Meu momento de estagnação talvez? Sim, pode ser... Não seria saudável eu negar isso. Posso não estar vestida com a minha melhor Kacau... Mas buscando achá-la. Mas me sinto meio adormecida, como se eu não existisse de verdade... Como se eu não fosse capaz de sentir mais nada. Sinto vontade de chorar, mas a lágrima não vem... Aquela intensidade ao desabar no choro, sinto falta disso... Sinto falta de um pilar pra mim, cansada um pouco de ser o pilar dos outros sempre.. E os outros sempre a me julgar. E é tudo tão contraditório... Não faz sentido nenhum pra mim agora. Mas faz sentido que um dia tudo isso faça sentido. Minha esperança ausente, mas intacta em mim. Sinto meus olhos livres... Sinto minha alma livre. Mas meu espírito.. Cadê?
Síncope
Funny things... or not.
domingo, 11 de agosto de 2013
Tranquilidade de um domingo...
Mais um domingo passando.. E chegando a hora de chegar na segunda-feira, o aperto do peito vai aumentando... A agonia de uma nova semana. A agonia de que a massa do bolo não fique no ponto nunca pra ser assada e o bolo sole, ou que eu nunca vou conseguir terminar aquele cachecol que eu comecei a fazer quando eu ainda tinha minha companhia de trabalhos manuais. Saudade de tanta coisa... Saudade de coisas novas, daquilo que eu ainda nem mesmo senti. Só senti muita saudade de algo que ainda está pra chegar. Saudade de momentos que passaram também, que de certa forma me surpreenderam.. Saudade da esperança de fazer coisas simples se tornarem lembranças incríveis. Saudade de um domingo de pais com meu pai que eu nunca tive...
Meu momento de estagnação talvez? Sim, pode ser... Não seria saudável eu negar isso. Posso não estar vestida com a minha melhor Kacau... Mas buscando achá-la. Mas me sinto meio adormecida, como se eu não existisse de verdade... Como se eu não fosse capaz de sentir mais nada. Sinto vontade de chorar, mas a lágrima não vem... Aquela intensidade ao desabar no choro, sinto falta disso... Sinto falta de um pilar pra mim, cansada um pouco de ser o pilar dos outros sempre.. E os outros sempre a me julgar. E é tudo tão contraditório... Não faz sentido nenhum pra mim agora. Mas faz sentido que um dia tudo isso faça sentido. Minha esperança ausente, mas intacta em mim. Sinto meus olhos livres... Sinto minha alma livre. Mas meu espírito.. Cadê?
Meu momento de estagnação talvez? Sim, pode ser... Não seria saudável eu negar isso. Posso não estar vestida com a minha melhor Kacau... Mas buscando achá-la. Mas me sinto meio adormecida, como se eu não existisse de verdade... Como se eu não fosse capaz de sentir mais nada. Sinto vontade de chorar, mas a lágrima não vem... Aquela intensidade ao desabar no choro, sinto falta disso... Sinto falta de um pilar pra mim, cansada um pouco de ser o pilar dos outros sempre.. E os outros sempre a me julgar. E é tudo tão contraditório... Não faz sentido nenhum pra mim agora. Mas faz sentido que um dia tudo isso faça sentido. Minha esperança ausente, mas intacta em mim. Sinto meus olhos livres... Sinto minha alma livre. Mas meu espírito.. Cadê?
Pouco importa meu autotroll
Só o que eu queria saber
Era quem tinha
Quebradoo a minha garrafa
Enozado a minha tarrafa
- que se dane! - xingou ela -,
A essa altura, pouco importa.
Nessa cidade não tem mar
E tu não sabe escrever!
Dreamsmealive!
Estou boiando na maré dos meus sonhos e me deixando levar... A correnteza é mais forte nessa época do ano, e o que vier junto vai ficar pra sempre. Tudo está muito raso por enquanto, mas preciso de menos oxigênio... Quando eu mergulhar eu sei que vai ser como escaldar meus pés em vinho quente com pimenta. Prazeroso, mas ao mesmo tempo um tanto picante. Será mais uma fase marcante, tão boa quanto a última! Só espero que melhor, não quero me afogar... Mas se eu me afogar, imagino que estarei em transe e ficarei surpresa com o que vou conseguir enxergar. E isso será como uma boia, chegarei á superfície só porque sei que é lá que tenho que estar. Isso ninguém pode entender. Porque eu também não posso entender a todos. E meu universo azul (lembrando da particularidade de um beijo azul..) é particular. Só entra quem quer, mas só sai se eu quiser e se meu coração permitir, porque o que carrego nele, não é algo que eu que escolhi... é algo que sempre esteve ali. E sempre vai estar. Pode ter chegado depois de eu sentir ele lá no meu cafofo, mas chegou, e eu senti, e sou feliz por isso apesar dos pesares. Agora sigo meu caminho pelas águas turbulentas do oceano, trazendo e levando o que mais se encaixa em contexto. E assim, como que pra mexer muito as claras dos ovos pra formar chantili, minha vida turbulenta e pacífica vai ganhando consistência... xD
O verdadeiro conhecimento vem de dentro...
Passamos por situações no nosso dia-a-dia, e depende apenas de nós resolver o que vamos levar delas conosco.
Por exemplo, a manipulação. Pode vir de onde você menos espera. E quando acontece, uma certa decepção invade nosso corpo, nossas pernas, nossa mente... E caímos! Caímos com a esperança de que tenhamos caído por uma boa causa, e não porque queríamos cair. Caímos esperando que algo melhor venha depois. Mas o que vou lhes contar agora amigos, é decepcionante. Eu fiquei lá um pouco, no chão caída, e depois quando percebi que era o fim, me levantei, e continuei. Decepcionada, mas disposta a fazer aquilo dar certo, e a dar certo não apenas para mim, para os outros a minha volta também! Disposta a passar por aquilo de novo, e de novo, mas não uma quarta vez! Se não funcionasse na terceira, "so sorry", não diga que não tentei. Tá certo que naquele momento, era o que ela queria de mim, era o que Ele queria de mim, e isso era bom... Ok, vocês não estão entendendo nada né? Infelizmente, não terei a oportunidade de tirar essa dúvida de vocês meus caros leitores... Simplesmente não convém! Mas quem sabe em outro post?
Uma coisa que me conforta, é saber (saber mesmo) daquilo que é meu. Realmente MEU. Meu corpo, é meu! Fico curiosíssima pra saber se aquele cara que fica na porta do boteco, esperando você passar, para poder dar aquela brusca mudança de foco.
Percebem?
Quando acertamos não percebemos que acertamos. Mas quando erramos...
Afinal, para criar um senso crítico decente hoje em dia, está valendo qualquer coisa.
Talvez seja difícil distinguir as coisas... O que sentimos, ou deixamos de sentir, fazem parte da nossa concepção de vida. O verdadeiro conhecimento vem de dentro.
Por exemplo, a manipulação. Pode vir de onde você menos espera. E quando acontece, uma certa decepção invade nosso corpo, nossas pernas, nossa mente... E caímos! Caímos com a esperança de que tenhamos caído por uma boa causa, e não porque queríamos cair. Caímos esperando que algo melhor venha depois. Mas o que vou lhes contar agora amigos, é decepcionante. Eu fiquei lá um pouco, no chão caída, e depois quando percebi que era o fim, me levantei, e continuei. Decepcionada, mas disposta a fazer aquilo dar certo, e a dar certo não apenas para mim, para os outros a minha volta também! Disposta a passar por aquilo de novo, e de novo, mas não uma quarta vez! Se não funcionasse na terceira, "so sorry", não diga que não tentei. Tá certo que naquele momento, era o que ela queria de mim, era o que Ele queria de mim, e isso era bom... Ok, vocês não estão entendendo nada né? Infelizmente, não terei a oportunidade de tirar essa dúvida de vocês meus caros leitores... Simplesmente não convém! Mas quem sabe em outro post?
Uma coisa que me conforta, é saber (saber mesmo) daquilo que é meu. Realmente MEU. Meu corpo, é meu! Fico curiosíssima pra saber se aquele cara que fica na porta do boteco, esperando você passar, para poder dar aquela brusca mudança de foco.
Percebem?
Quando acertamos não percebemos que acertamos. Mas quando erramos...
Afinal, para criar um senso crítico decente hoje em dia, está valendo qualquer coisa.
Talvez seja difícil distinguir as coisas... O que sentimos, ou deixamos de sentir, fazem parte da nossa concepção de vida. O verdadeiro conhecimento vem de dentro.
Vestida de preto
Sinto sensações gélidas assim que a brisa toca meu corpo... Sinto as vibrações da música no meu rosto... (É por isso que não consigo deixar meus olhos fechados...) Sinto a presença dentro do meu corpo, uma dor urticante para as presenças más, mas que acabam se diluindo pela persistência da mesma... Uma paz, misturada com prazer, para as boas presenças. Sinto meu oxigênio acabar, minhas pernas bambeiam, meu coração se acelera, meus olhos se enchem de lágrima, uma leve dormência na parte superior da cabeça apresenta-se como enxaqueca.
Conclusões podem ser tomadas perante isso, mas as respostas estão muito bem escondidas! Será que você sabe do que eu estou falando? Não estou falando só de mim. Não estou. Resolva-se sozinho(a), porque eu estou muito bem resolvida! Principalmente agora. :) Tudo bem. Sei que sempre foi curioso, que escondia-se atrás de seu escudo entalhado a mão. Sei que pareço traiçoeira falando assim, mas não precisa se esconder de mim. Estou falando daquilo que falou de mim hoje a tarde... Sabe? Aquela parte em que referia-se a mim como uma bonequinha de porcelana... Disse que eu não era uma boneca de porcelana tradicional. Usava um vestido preto, meio dark...
Como se o fim de tudo isso, estivesse inconscientemente chegando ao fim. Como se o que eu sou, não importasse. Serei como me julga ser de qualquer jeito.
Sinto que meu corpo já não é o mesmo. Sinto que minha alma já não é a mesma. Qual é o princípio das sensações? Porque elas acabam? Porque tudo isso existe? Porque a mutação é algo indomável, o desprezo é algo sempre presente. Mas o importante é que saibamos o que fazer. Sempre. Apesar de nunca sabermos o que estamos causando no nosso futuro... Somente a plena certeza que um dia tudo acaba, pausadamente... E é estranho pensar que vivemos tanto, pra no fim, termos vivido pra outras pessoas mais do que tudo, não pra nós mesmos. O meio da vida é a parte mais emocionante... né? :) Enjoy it then!
Conclusões podem ser tomadas perante isso, mas as respostas estão muito bem escondidas! Será que você sabe do que eu estou falando? Não estou falando só de mim. Não estou. Resolva-se sozinho(a), porque eu estou muito bem resolvida! Principalmente agora. :) Tudo bem. Sei que sempre foi curioso, que escondia-se atrás de seu escudo entalhado a mão. Sei que pareço traiçoeira falando assim, mas não precisa se esconder de mim. Estou falando daquilo que falou de mim hoje a tarde... Sabe? Aquela parte em que referia-se a mim como uma bonequinha de porcelana... Disse que eu não era uma boneca de porcelana tradicional. Usava um vestido preto, meio dark...
Como se o fim de tudo isso, estivesse inconscientemente chegando ao fim. Como se o que eu sou, não importasse. Serei como me julga ser de qualquer jeito.
Sinto que meu corpo já não é o mesmo. Sinto que minha alma já não é a mesma. Qual é o princípio das sensações? Porque elas acabam? Porque tudo isso existe? Porque a mutação é algo indomável, o desprezo é algo sempre presente. Mas o importante é que saibamos o que fazer. Sempre. Apesar de nunca sabermos o que estamos causando no nosso futuro... Somente a plena certeza que um dia tudo acaba, pausadamente... E é estranho pensar que vivemos tanto, pra no fim, termos vivido pra outras pessoas mais do que tudo, não pra nós mesmos. O meio da vida é a parte mais emocionante... né? :) Enjoy it then!
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